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Hepatite B (2)
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Aplicar ao nascer no esquema habitual de três doses (0, 1 e 6 meses).
Naqueles com menos de 2.000g, aplicar esquema de 4 doses: 0, 1, 2 e 7 meses de vida.
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OBSERVAÇÕES
RECÉM NASCIDO HOSPITALIZADO: Deverá ser vacinado com as vacinas habituais, desde que clinicamente estável. Evitar o uso de vacinas de vírus vivos: pólio oral e rotavírus. No caso da vacina contra o rotavírus não administrar antes de 6 semanas de vida.
PROFISSIONAIS DE SAÚDE E CUIDADORES: Todos os funcionários da Unidade Neonatal, pais e cuidadores devem ser vacinados contra o influenza e receber uma dose da vacina tríplice acelular do tipo adulto, a fim de evitar a trasmissão da Bodetella pertussis ao RN.
VACINAÇÃO EM GESTANTES E PUÉRPERAS: A imunização da gestante contra o influenza é uma excelente estratégia na prevenção da doença em RNs nos primeiros 6 meses de vida, época que ele ainda não pode receber a vacina. A prevenção do tétano neonatal não deve ser esquecida, e o momento do puerpério é oportuno para receber vacinas contrea doenças para as quais a puérpera é suscetível: hepatite B, hepatite A, rubéola, varicela e febre amarela.
COMENTÁRIOS
1) BCG - Poucos estudos mostram eventual diominuição da resposta imune ao BCG em menores de 1.500 a 2.000 g. Por precaução aguardar 2.000 g para vacinar.
2) HEPATITE B - Os RNs de mães portadoras do vírus B devem receber ao nascer, além da vascina, imunoglobina específica para Hepatite B (HBIG) na dose de 0,5 ml via intramuscular até no máximo 7 dias de vida. Devido à menor resposta à vacina em bebês com menos de 2.000 g, desconsidera-se a primeira dose (esquema 0, 1, 2 e a última dose de seis a 12 meses após a primeira dose).
3) PALIVIZUMABE - Apesar de nãoi se tratar de uma vacina, o pré-termo de risco deve receber imunização passiva com o anticorpo monocional contra o Vírus Sincicial Respiratório, durante os meses de maior circulação do mesmo (maio e setembro). É altamente recomendado para prematuros com idade gestacional menor de 28 semanas com até 1 ano de idade, e para Rn com displasia broncopulmonar e cardiopatas em tratamento clínico nos últimos seis meses com até 2 anos de idade. É recomendado para os demais prematuros até o sexto mês de vida, especialmente para aqueles com idade gestacional de 29 a 32 semanas, ou maiores de 32 semanas que apresentem dois ou mais fatores de risco: creiança institucionalizada, irmão em idade escolar, poluição ambiental, anomalias congênitas de vias aéreas e doenças neuromusculares severas. Emprega-se a dose habitual de 15/mg/kg de peseo, em cnco doses mensais consecutivas, aplicadas por via intramuscular.
4) PNEUMOCÓCICA CONJUGADA - Recém-nascidos pré-termos e de baixo peso, apresentam maior incidência de doença invasiva pneumocócica, sendo que o risco aumenta quanto menor a idade gestacional e o peso de nascimento.
5) INFLUENZA - A indicação rotineira da vacina contra o influenza em lactentes de 6 a 23 meses, nos prematuros, é reforçada, pois estes apresentam maior morbidade e mortalidade pelo vírus. Deve-se sempre respeitar a sazonalidade da doença.
DEMAIS VACINAS - O calendário infantil deve ser seguido de acordo com a idade cronológica. A resposta imune às demais vacinas pode ser menor, mas em geral atinge níveis satisfatórios de proteção.
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